quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Inseparável, insuperável, inexplicável!


Como explicar o amor de Deus por minha vida?

Simplesmente não posso! Não tenho palavras e não as encontraria nem em um milhão de anos! Este amor imenso que o fez abrir mão de sua própria condição de Deus para se tornar homem. O dono de tudo, por amor, escolhe perder tudo, até a própria vida, simplesmente por me amar! Um amor assim tão grande não pode ser explicado, é difícil até imaginá-lo!

O que poderia ser maior do que este amor?

O universo? Não! Deus criou o universo (“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade tu és Deus” Salmos 90:2) e “Deus é amor!” (1João 4:8).

A minha incredulidade? A despeito dela, ele continua me amando. Por mais incrédulo que eu seja, minha incredulidade jamais será maior do que Seu amor.

O meu pecado? Este pode me separar de Deus (“Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”  Isaías 59:2.). , mas não de seu amor!

Quem ou o quê poderá nos separar deste amor?

NADA e NINGUÉM! “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?... Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, em a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”(Romanos 8:35,38,39).

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5:8).

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16).


Ele me ama! Ele te ama!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O que você faria?


Um homem de alta posição social. Além de rico bastante conhecido. Apesar de ser tão conhecido, abriu mão de seu status e subiu numa árvore apenas para ver outro homem que passava envolto por uma multidão... A despeito de sua condição diante da sociedade, ele tinha um problema: era baixinho. E por sua pequena estatura precisou expor-se subindo naquela árvore só para ver o Mestre passar. O Mestre era Jesus, o homem era Zaqueu, um publicano, um pecador, odiado por seu povo, mas amado pelo Senhor. 
Por querer conhecer o mestre abriu mão do que tinha.
Jesus o vê na arvore e o chama “Zaqueu desce depressa porque hoje vou passar na sua casa”.
Jesus entre não apenas na Casa, mas na vida de Zaqueu. A transformação é imediata: ele reconhece seus erros e pecados, se arrepende e os deixa.
Muitos de nós estão tão preocupados com o que os outros vão falar ou pensar  se nos dobramos diante do Senhor para reconhecer seu senhorio que nos aprisionamos a nós mesmos nas cadeias da vida e deste mundo e, assim, deixamos de gozar a excelente vida e liberdade que Deus pode nos dar. O que você faria? Subiria naquela árvore?  

domingo, 28 de agosto de 2011

Ele cuida de mim!

Estava logo cedo, sentado diante deste lindo local (a foto é de meu laptop) quando os pássaros começaram a despertar e seu canto ecoava por todos os lados.


Comecei então a meditar no cuidado de Deus pelos pássaros... Sim Deus cuida deles!
“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta...”( Mateus 6:26)
Se Deus cuida até de um pardal, posso estar certo que ele cuida de mim! E ele cuida de cada detalhe de minha vida, de cada detalhe do meu dia-a-dia. Pensar que Deus não tem tempo de se ocupar com cuidados por minha vida é o mesmo que não acreditar Nele, é diminuir sua infinita grandeza e poder.
Ele tem tempo para mim! Ele tem tempo para você ele tem tempo para todos nós! Afinal ele é Deus: ilimitado, onipresente, onipotente, eterno.
Lembrei-me então desta canção maravilhosa cujo link, letra e tradução (livre) eu deixo a seguir para que você medite nela também!
Você vale muito mais do que um passarinho!


    His eye is on the sparrow
Why should I feel discouraged
Why should the shadows come
Why should my heart fell lonely
And long for heaven and home

When Jesus is my portion
A constant friend is he
His eye is on the sparrow
And I know he watches over me
His eye is on the sparrow
And I know he watches me

I sing because I'm happy
I sing because I'm free
His eye is on the sparrow

And I know he watches
He watches me
His eye is on the sparrow
And I know he watches
I know he watches
 know he watches me


I sing because I'm happy
I sing because I'm free
His eye is on the sparrow

I know he watches me
He watches me
His eye is on the sparrow
And I know he watches me
He watches me
He watches me, I never thought
He watches me
Seus olhos estão sobre o pardal
Por que me deveria sentir desencorajado
Porque as sombras vêm
Porque meu coração deveria sentir-se solitário
E sedento pelo céu e por um lar

Quando Jesus é minha porção
Ele é um amigo constante
Seus olhos estão sobre o pardal
E eu sei que Ele olha pra mim
Seus olhos estão sobre o pardal
E eu sei que Ele olha pra mim

Eu canto porque estou feliz
Canto porque sou livre
Seus olhos estão sobre o pardal

E eu sei que Ele olha pra mim
Seus olhos estão sobre o pardal
E eu sei que Ele olha
Eu sei que Ele olha
Eu sei que Ele olha mim.


Eu canto porque estou feliz
Canto porque sou livre
Seus olhos estão sobre o pardal

E eu sei que Ele olha pra mim
Ele olha pra mim
Seus olhos estão sobre o pardal
E eu sei que Ele olha pra mim
Ele olha pra mim
Ele olha pra mim, eu nunca pensei...
Ele olha pra mim

 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Eu não mereço o que recebo e não recebo o que mereço!


Existem dois vocábulos que em minha opinião são muito interessantes na bíblia. São os termos misericórdia e graça. Este post fala um pouco destes termos.
O primeiro tem sua origem no Latim MISERICORDIA, “piedade, clemência”, derivado de MISERERE, “sentir piedade, sentir compaixão”, mais COR, “coração” (cf. http://origemdapalavra.com.br/palavras/misericordia/, consulta em 25/08/11). Ou seja, seria um pedido de clemência do tipo “Coloque o seu coração na minha miséria!”. Todos nós somos miseráveis pecadores: “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?(Romanos 7:24) Nossa miséria é o pecado que nos condena à morte (ver post de xxfxfxf). A misericórdia de Deus, ou seja, o fato de Deus “colocar o coração dele em nossas misérias” é que impede que Ele nos dê o castigo que merecemos.
As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; (Lamentações 3:22).
            Se por um lado Deus, por sua infinita misericórdia, não nos dá o castigo que devíamos receber, de outro lado temos a graça de Deus que nos alcança. Enquanto a misericórdia é quando Deus não nos permite acontecer o mal que merecemos Sua graça é quando ele nos faz um bem que não merecemos. Que maravilha. Deus é um Deus de graça! Um Deus que, através de sua graça, me salva do pecado e da condenação do pecado. “Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)” (Efésios 2:5). “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8). Como é bom saber que a graça de Deus é tudo que eu e você, amigo leitor, precisamos para viver livres da condenação e livres do pecado. “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens(Tito 2:11).
Seja livre pela graça de Deus!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Doutor, quanto tempo eu tenho?



Dura coisa é receber a notícia de que sua vida está por um fio e ter de perguntar ao médico: “doutor, quanto tempo de vida eu tenho? É chocante para qualquer pessoa ter de pensar que é chegada sua hora... Um turbilhão de pensamentos vem à tona. Medos dúvidas, incertezas. Vontade de rever pessoas, realizar projetos. Aquela viagem... Ficar todo o tempo com as pessoas amadas... Por outro lado esta é uma das únicas certezas da vida; a morte um dia chegará, e nos privará deste mundo.
Pior ainda é saber que o peso desta verdade está nos ombros de todos nós: “Todos pecaram” (Romanos 3:23a) e “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23a). Pela bíblia descobrimos ainda que não teremos outra oportunidade neste mundo: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27). Nossa morte está decretada, disso não há dúvidas. Mas quando o nosso “prazo de validade” é determinado aí “a casa cai”.
Neste momento é preciso lembrar que “evangelho” significa “boas notícias” e que, sendo assim, a bíblia deveria nos trazer boas e não más notícias, certo? Certíssimo! E aqui está a boa notícia, ela diz que, apesar de eu merecer receber “o salário do pecado” – a morte; eu posso receber a vida, e um tipo de vida muito além desta vida: “…Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia” (disse Jesus conforme relato do evangelho de João 10:10b). É este o verdadeiro sentido da cruz de Cristo: ele veio para morrer uma morte que não lhe pertencia. A minha morte para que eu possa ter acesso à vida que é dele. O dono de tudo escolheu perder. O autor da vida decidiu morrer para que meu “prazo de validade fosse revogado. A morte passa a não ter autoridade sobre a vida. E tanto eu como você, amigo leitor, podemos ter a certeza da vida.

“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 João 5:13).
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6)
"E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna". (1 João 2:25)
"Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:15)
"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna". (João 6:47)
"Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna". (João 6:68)
"E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho". (1 João 5:11)
"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". (João 17:3)
"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor". (Romanos 6:23).

Obs: Todas as referências bíblicas neste texto são links para o texto bíblico.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Luz nas trevas



Como poderá ver no meu perfil, o evangelho de João é o meu livro preferido. Uma das características deste livro são os dualismos apresentados por João. Segundo Ana Lucia Santana “os dualistas  compreendem a existência como uma oposição entre formas distintas, ou seja, entre o bem e o mal, o consciente e o inconsciente, luz e trevas, matéria e espírito, alma e corpo, entre outras, as quais não podem ser reduzidas umas às outras. Esta corrente de pensamento pressupõe a diferença fundamental entre corpo e mente, por mais que pareçam não ser distintos um do outro à luz da percepção sensorial.” (disponível em http://www.infoescola.com/filosofia/dualismo/, acesso em 23/08/11).
Tanto no campo filosófico como no teológico, o dualismo sempre apresenta uma contraposição de duas idéias. Um dos dualismos apresentados pelo apóstolo João em seu evangelho é o de luz e trevas, mas aqui começa a divergirem o conceito filosófico e teológico. Enquanto na filosofia o dualismo se representa por duas idéias iguais e antagônicas, sendo uma exatamente o oposto da outra, na teologia apresentada por João, percebe-se que, embora antagônicas e opostas, elas não são iguais: “A luz resplandece nas trevas e as trevas não prevaleceram contra ela” (João 1:5). Ou seja, embora a escuridão seja a ausência de luz, a luz sempre resplandecerá sobre as trevas. Falando de modo mais simples, a luz sempre ganha. A escuridão não pode, por si só, ocultar a luz, ainda que esta seja proveniente da chama de uma vela. A luz se destaca mesmo em meio ao breu total. Cristo é apresentado por João como sendo esta luz que vence as trevas “a vida estava Nele, e ela era a luz dos homens” (João1: 4) e “falou-lhes, pois, Jesus outra vez dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas mas terá a luz da vida” (João 8:12).
Os cristãos são conclamados a atuarem como luz neste mundo: “vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:14). Ser “luz” é colocar-se em uma posição de evidência. Nesta posição estamos sujeitos a críticas e a rótulos. Estamos sujeitos a sermos taxados de ridículos e loucos. De desinformados, de tapados, e até mesmo de ignorantes. Não temo os rótulos. Não me preocupo com o que os outros pensam de mim. Não me preocupo com aqueles que estão à espreita esperando que eu erre para prontamente apontar e debochar dos meus erros.  Ser luz no mundo não quer dizer que sou infalível, quer dizer apenas que me disponho a ser exemplo para outros. Que me coloco disponível e a disposição do próximo para “brilhar” na vida dele. Mas o brilho que quero mostrar não é próprio. “É necessário que Ele (Cristo) cresça e eu diminua” (João 3:30).

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Saber esperar...

A paciência é uma "dádiva" difícil de ser mantida... O problema é que só existe se mantida... Explico: Sem o fator tempo, não se persevera em nada, não se tem paciência. Para que fique mais claro vejamos o que diz o dicionário: Paciência é: 
    1. Capacidade de tolerar contrariedades, dissabores, infelicidades. = RESIGNAÇÃO ≠ IMPACIÊNCIA

2. Sossego com que se espera uma coisa desejada.
3. Perseverança.
4. Demora nas coisas que se deviam executar prontamente.
5. Sofrimento em pontos de honra.
(disponível em http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=paci%C3%AAncia
, em 22/08/2011).

Jó é sempre lembrado quando o assunto é paciência. Todos conhecem a expressão "paciência de Jó". Jó, o personagem bíblico, demonstrou paciência durante seu sofrimento. O apóstolo Paulo, reforça e explica esta interação entre sofrimento e paciência:

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança." Rm 5:3,4.

Refletindo um pouco: estou realmente pronto a ser paciente e esperar as promessas que Deus me deu?

Uma mulher de 25 anos, estéril recebe de Deus a seguinte promessa: " você dará a luz a um filho". Não seria maravilhoso? Não seriam os 9 meses de espera mais felizes de sua vida?
Não seria uma verdadeira benção para esta mulher, quanta felicidade! 


Mas se a promessa de Deus para esta mulher fosse: : " você dará a luz a um filho daqui a 30 anos". Qual seria a reação desta mulher? Se sentiria tão feliz e realizada quanto antes? Seria o filho agora motivo de tristeza? Deixaria ela de crer ao longo dos anos de espera? Desistiria de seu sonho de ser mãe?Passaria à uma vida de murmuração e auto-piedade? O que mudou? Sim, mudou o tempo de Deus para cumprimento de sua promessa...


E eu, como estou em relação às promessas que Deus me deu anos atrás? Continuo crendo? Sim eu creio!
Tenho, entretanto sido perseverante no propósito de alcançar esta promessa? Minha paciência se esgotou?
Sinceramente não tenho todas estas respostas...


Mas uma certeza tenho: Ele é fiel para fazer cumprir em minha vida cada uma de suas promessas! Você, meu leitor, também crê nisto?