Isaías 53 é uma profecia a
respeito da vinda de Cristo escrita cerca de 740 anos antes do nascimento de Jesus.
Neste capítulo o profeta narra o sofrimento pelo qual Cristo viria a passar. No
versículo 7 Jesus é comparado a um cordeiro rumo ao matadouro e a uma ovelha
muda perante seus tosquiadores. Quando, séculos mais tarde, João Batista vê
Cristo se aproximando ele declara: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do
mundo” (João 1:29).
Era necessário que fosse assim.
Era necessário que seu sangue fosse derramado. Lá no Éden, quando o pecado
entra em cena, o próprio Deus diz que o descendente da mulher seria ferido pela
serpente (satanás) mas, esta serpente teria sua cabeça pisada por ele (Genesis 3:15). E assim
ele foi para cruz – mudo como uma ovelha, como cordeiro ao matadouro. Era
necessário que ele morresse. Ali estava ele, fora espancado e morto, sangrou
até a morte, exposto nu como um espetáculo mórbido diante de seus acusadores.
Diz Isaías, no texto já mencionado que “o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele”. E o homem busca incessantemente esta paz. A paz com Deus que só é possível
através da confissão e do perdão de pecados. (1 João 1:9 e Romanos 5:1).
Então é isto? Ele morreu por nós
e nos trouxe perdão e agora podemos ter paz com Deus. Sim, é verdade, porém não
ficou apenas assim! Ele ressuscitou ao terceiro dia. A cruz está vazia! A tumba está
vazia! Mas o trono celestial está ocupado! Ele ressurgiu! Venceu a morte! A morte
não podia detê-lo pois ela é o salário do pecado e, como Cristo não tinha
nenhum pecado, foi aniquilado o poder da morte. Ele voltou à vida e caminhou e
foi visto por muitas testemunhas e, à vista delas, foi assunto aos céus. Ele
morreu como cordeiro, mas ressuscitou como Leão. Veio como uma criança frágil
em uma manjedoura. Voltará, nas nuvens, como O Rei dos reis e Senhor dos senhores
(Apocalipse 19:1-16)!

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