segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Que tal uma passadinha na oficina do Mestre hoje?

Hoje vou me contentar apenas em traduzir esta cancão de Alex campos, afinal a letra já diz tudo o que eu gostaria de postar hoje, com o forte desejo que te ajude a compreender algumas das "dores da vida".


Al taller del Maestro
(Alex Campos)
À oficina do Mestre
(Alex Campos)
Ve como me duele estar despierto y no poder cantar.
Como expresarte sin palabras, que muero si no estas.
El tiempo pasa y todo cambia y lloro de soledad
el sueño que llevo en el alma, de repente ya no esta
Que la sonrisa se ha marchado,
mis lagrimas caerán, mis lagrimas caerán.

al taller del maestro vengo, pues el me curara.
me tomara entre sus brazos y cada herida sanara
las herramientas del maestro, mi alma remendara
martillo en mano y mucho fuego, aunque me duela ayudara.
A conocerlo y a entenderlo, a saber que nada merezco.
amar es mas que un pretexto, es una entrega es un negar
mas que aquel sentimiento, es la decisión de amar.

al taller del maestro vengo
allí, allí el sol se pondrá.
al taller del maestro vengo
Carpintero me alma aquí esta
al taller del maestro vengo
no importa el tiempo que ahí he de estar
al taller del maestro

y de aquellos días que hizo frío, el sol no apareció.
cuando el talento no lo es todo, el silencio vale mas
que mil palabras sin sentido. la vida que morirá
si tu no estas aquí conmigo, de que sirve mi cantar.
para que la fama y las estrellas, si el maestro allí no esta
para que decirte que te amo, si contigo no quiero estar


al taller del maestro vengo, pues el me curara.
me tomara entre sus brazos y cada herida sanara
las herramientas del maestro, mi alma remendara
martillo en mano y mucho fuego, aunque me duela ayudara.
a conocerlo y a entenderlo, a saber que nada merezco.
amar es mas que un pretexto, es una entrega es un negar
mas que aquel sentimiento, es la decisión de amar.

aquí estoy carpintero
al taller del maestro vengo
martillo en mano, martillo en mano y mucho fuego
al taller del maestro vengo
aunque me duela, aunque me duela ayudara
al taller del maestro.

Vê como me dói estar acordado e não poder cantar.
Como expressar sem palavras que eu morro se não estás.
O tempo passa e tudo muda
e choro de solidão,
O sonho que levo na alma de repente já não está,
Que o sorriso já se foi embora, minhas lágrimas caíram.

À oficina do Mestre
venho, pois ele me curará
Tomará-me entre seus braços e cada ferida sarará.

As ferramentas do Mestre minha alma remendará;
Martelo em punho e muito fogo
Mesmo que doa
ajudar-me-á a conhecer-lo e a entender-lo,
a saber que nada mereço
Amar é mais um pretexto
É uma entrega é um negar
Mais que aquele sentimento
É a decisão de amar

À oficina do Mestre
venho
Ali, ali o sol se porá
À oficina do Mestre
venho
Carpinteiro, minha alma aqui está
À oficina do Mestre
venho
Não importa o tempo que estarei aí
À oficina do Mestre

E daqueles dias que fez frio, o sol não apareceu
Quando o talento não é tudo. O silêncio vale mais que mil palavras sem sentido. A vida que morrerá se não estas aqui comigo, de que serve meu cantar
Para que a fama e as estrelas se o Mestre ali não está
Para que dizer-te que te amo se contigo não quero estar

À oficina do Mestre
venho, pois ele me curará
Tomará-me entre seus braços e cada ferida sarará
As ferramentas do Mestre
Minha alma remendará
Martelo em punho
E
muito fogo
Mesmo que me doa
Ajudará a conhecer-lo
E a entender-lo,
A saber que nada mereço
Amar-te é mais um pretexto
É uma entrega é um negar
Mais que aquele sentimento
É a decisão de amar

Aqui estou carpinteiro
À oficina do Mestre
venho, Martelo em punho
E
muito fogo
À oficina do Mestre
venho
Mesmo que me doa
Ajudará À oficina do Mestre
venho

2 comentários:

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